Selton Mello ganha Prêmio “Faz a diferença” do Globo.

Carlos Helí de Almeida

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Em 2012, um palhaço em crise de identidade ajudou a dar alento a um certo tipo de cinema brasileiro que busca o meio-termo entre o filme comercial, de fórmulas fáceis, e as limitações de bilheteria e de público do circuito de arte. Consagrada pela crítica e vista por mais de 1,5 milhão de espectadores, a comédia dramática “O palhaço”, dirigida e protagonizada por Selton Mello, provou que é possível investir em histórias populares sem perder de vista o espaço para a experimentação. A carreira do filme foi coroada em setembro, quando o governo brasileiro o indicou como representante oficial do país para disputar uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro. A produção acabou fora da competição, mas, por aqui, colecionou láureas no Festival de Paulínia e no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

— “O palhaço” teve uma trajetória luminosa, conseguindo juntar algo que é bastante raro: um número significativo de espectadores e a simpatia dos críticos. Sabemos bem que essas duas coisas não andam de mãos dadas, na maior parte dos casos. Trata-se de um filme muito querido e respeitado da safra do ano passado, portanto um trabalho que fez diferença — observa o ator e cineasta mineiro de 40 anos, que dirigiu seu primeiro longa-metragem, “Feliz Natal”, em 2008.

JURADOS: Carlos Saldanha (cineasta); Isabel De Luca, Cristina Fibe e Arnaldo Bloch (O GLOBO).

FONTE: OGlobo

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